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Author Archive: educom.apte

Prevenir o Cibercrime em Contexto Escolar – AFCD para docentes do 3.º ciclo e ensino secundário

O Centro de Formação da EDUCOM, em parceria com o Instituto de Educação, Qualidade e Inovação (EduQA) e a Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T) da Polícia Judiciária, promove no próximo dia 23 de abril de 2026, em Lisboa, a Ação de Formação de Curta Duração (AFCD) “Prevenir o Cibercrime em Contexto Escolar”.

A iniciativa decorrerá em regime presencial, entre as 9h30 e as 13h30, nas instalações da Polícia Judiciária – Direção Nacional e Diretoria de Lisboa, e destina-se a docentes do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.

As inscrições encontram-se abertas até ao dia 19 de abril de 2026, através deste formulário.

A crescente utilização das tecnologias digitais por crianças e jovens trouxe novas oportunidades de aprendizagem, comunicação e participação. Contudo, trouxe também novos desafios associados à segurança online, à cidadania digital e à exposição a comportamentos de risco no ambiente digital.

Neste contexto, a escola assume um papel central na promoção de uma utilização crítica, consciente, segura e responsável da Internet, ajudando os alunos a compreender os riscos, a identificar sinais de alerta e a agir com responsabilidade no mundo digital.

Esta AFCD pretende apoiar os docentes na compreensão do fenómeno do cibercrime em contexto educativo, bem como na identificação de estratégias pedagógicas que permitam abordar estas temáticas junto dos alunos, de forma significativa e ajustada à realidade escolar.

Um dos momentos centrais da formação será a apresentação e exploração pedagógica do recurso educativo digital Rage Quit, desenvolvido pela Polícia Judiciária e dirigido a jovens dos 14 aos 18 anos.

Baseado numa lógica de gamificação, este recurso expõe os utilizadores a diferentes cenários relacionados com o cibercrime e a segurança online, convidando-os a refletir sobre as escolhas realizadas e sobre as possíveis consequências dos seus comportamentos no ambiente digital.

Ao longo da ação, os docentes terão oportunidade de:

  • conhecer o enquadramento do cibercrime em contexto juvenil e escolar;
  • identificar comportamentos de risco e sinais de alerta;
  • explorar a gamificação como estratégia pedagógica de sensibilização;
  • experimentar o recurso Rage Quit;
  • refletir sobre possibilidades concretas da sua utilização em contexto de sala de aula.

Convidamos todos os docentes interessados a juntarem-se a esta iniciativa e a refletirem, em conjunto, sobre o papel da escola na prevenção do cibercrime e na educação para a cidadania digital.

Fernando Egídio Reis (1960–2023)

Passado algum tempo sobre a partida de Fernando Egídio Reis, em 2023, permanece viva a memória de uma figura marcante da educação em Portugal, cuja presença continua a fazer-se sentir tanto pelo seu percurso profissional como pela forma humana, próxima e generosa com que se relacionava com todos. Quem com ele conviveu recorda a sua simpatia, a disponibilidade constante e a atenção genuína ao outro.

Fernando Egídio Reis

Professor de História na Escola Secundária de Cacilhas-Tejo, onde também presidiu ao Conselho Geral, foi investigador do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia (FCUL | FCT-UNL) e coordenador do programa Ser Pro – Iniciativa Educação. Doutorado em História e Filosofia das Ciências pela Universidade Nova de Lisboa, dedicou grande parte do seu percurso à formação de professores e à dinamização de projetos educativos.

Desempenhou funções de elevada responsabilidade na administração educativa, tendo sido Diretor-Geral da Educação, membro do Conselho Geral do IAVE e Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário no XIX Governo Constitucional. O seu trabalho pautou-se por rigor, sentido de serviço público e profundo conhecimento do sistema educativo.

A sua ligação à EDUCOM foi constante e significativa, tendo sido vice-presidente por duas vezes. A ele se deve, em grande medida, a persistência e o reforço do compromisso com as TIC na educação.

Mais do que os cargos que ocupou, permanece a memória de um homem simples, de sorriso sereno e presença acolhedora, que fazia cada pessoa sentir-se valorizada. A sua ausência deixa uma marca profunda.

A EDUCOM presta-lhe uma sentida homenagem, reconhecendo no professor, no colega e no amigo um exemplo de dedicação à educação e à comunidade.

Jovens, Ecrãs e Futuro: uma reflexão necessária sobre o bem-estar digital

No próximo dia 19 de março, entre as 10h30 e as 12h30, realiza-se a Round TableJovens, Ecrãs e Futuro – #GeraçãoConsciente”, uma iniciativa promovida pela Fundação MEO e pela MOCHE, em parceria com a Movijovem, Mirabilis, Centro de Internet Segura e o ccTIC EDUCOM. A sessão decorre em formato streaming, permitindo a participação alargada da comunidade educativa e do público em geral.

Este encontro assume a forma de focus group participativo, reunindo jovens para partilhar experiências reais sobre a sua relação com a tecnologia. O objetivo central é promover um diálogo aberto sobre hábitos digitais, bem-estar, rotinas online e pressão social associada ao uso dos ecrãs.

Num contexto em que os dispositivos digitais estão profundamente integrados no quotidiano, torna-se essencial criar espaços onde os próprios jovens possam expressar perceções, desafios e expectativas relativamente ao futuro digital. A iniciativa pretende, assim, valorizar a voz dos jovens enquanto agentes ativos na construção de práticas mais conscientes e equilibradas.

Público-alvo e impacto esperado

O evento dirige-se a:

  • alunos do 3.º ciclo e ensino secundário;
  • professores, educadores e famílias;
  • profissionais das áreas da educação e intervenção social.

Ao envolver diferentes atores educativos, esta iniciativa reforça a importância de uma abordagem integrada à literacia digital, onde escola, família e comunidade colaboram na promoção de um uso mais consciente, equilibrado e seguro da tecnologia.

A Round Table “Jovens, Ecrãs e Futuro” constitui uma oportunidade relevante para aprofundar o conhecimento sobre as práticas digitais dos jovens e contribuir para o desenvolvimento de estratégias educativas mais ajustadas.

Num tempo marcado pela omnipresença dos ecrãs, promover reflexão crítica e diálogo informado é um passo essencial para formar uma #GeraçãoConsciente, capaz de utilizar a tecnologia de forma equilibrada, ética e responsável.