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Author Archive: educom.apte

Apps for Good no Alentejo e no Algarve: tecnologia com impacto educativo e social

O Apps for Good é um programa educativo tecnológico implementado em Portugal pelo CDI – Center of Digital Inclusion – em parceria com a Direção-Geral da Educação, que incentiva alunos do 5.º ao 12.º ano e professores de todas as áreas disciplinares a desenvolver soluções digitais que respondam a problemas sociais e comunitários, fomentando competências de pensamento crítico, criatividade, colaboração e cidadania digital (mais informação).

Nas regiões do Alentejo e do Algarve, o Apps for Good tem vindo a afirmar-se como uma iniciativa estruturante na promoção da inovação educativa, contribuindo para a redução de assimetrias territoriais, para a inclusão digital e para o reforço da ligação entre escola, território e comunidade.

A implementação do Apps for Good, no ano letivo 2025/26, nas regiões do Alentejo e do Algarve reflete a capacidade do programa em mobilizar comunidades escolares, professores e alunos em torno da inovação pedagógica e do uso significativo da tecnologia. No Alentejo, o programa envolve atualmente 11 escolas com o envolvimento de mais de 25 professores. No Algarve, estão a participar 22 professores de 8 escolas. Há uma crescente adesão das comunidades educativas e um acrescido interesse dos alunos na criação de soluções digitais com impacto social. As escolas interessadas em participar ainda podem inscrever-se em: https://cdi.org.pt/apps-for-good/#como-aplicar

Escolas participantes no Alentejo

O Apps for Good está presente num conjunto alargado e diversificado de estabelecimentos de ensino da região do Alentejo:

  • Escola Secundária de Alcácer do Sal
  • Agrupamento de Escolas de Grândola
  • Escola Secundária Públia Hortênsia de Castro, Vila Viçosa
  • Agrupamento de Escolas de Sines
  • Escola Secundária Mouzinho da Silveira, Portalegre
  • Escola Básica 2,3 n.º 1 de Elvas
  • Agrupamento de Escolas de Castro Verde
  • Agrupamento de Escolas de Portel
  • Agrupamento de Escolas Professor Francisco Honrado Pereira – Amareleja
  • Escola Básica João Pedro de Andrade, Ponte de Sôr
  • Escola Secundária de Ponte de Sôr

Escolas participantes no Algarve

Na região do Algarve, o programa tem registado uma forte participação estudantil, com especial destaque para o número de alunos envolvidos:

  • Escola Secundária de Loulé
  • Escola Secundária Poeta António Aleixo, Portimão
  • Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira
  • Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, Olhão
  • Agrupamento de Escolas Albufeira Poente
  • Escola Básica Dr. António da Costa Contreiras, Armação de Pêra, Silves
  • Escola Básica D. Afonso III, Faro
  • Agrupamento de Escolas de Silves

O Apps for Good no Alentejo e no Algarve afirma-se como uma boa prática de inovação pedagógica, potenciando o papel da escola como espaço de criação, experimentação e intervenção social. O envolvimento ativo de professores e alunos demonstra que é possível integrar a tecnologia de forma significativa, com impacto real nas aprendizagens e no desenvolvimento de competências essenciais para o século XXI.

O reforço e a continuidade deste programa constituem uma aposta estratégica para uma educação mais equitativa, inovadora e orientada para o bem comum.

Café Digital EDUCOM – Pensamento Computacional para Todos

No dia 18 de novembro de 2025, entre as 18h e as 19h, decorrerá a segunda sessão do Café Digital EDUCOM, dedicado ao pensamento computacional.

Num mundo onde a tecnologia molda a forma como aprendemos, trabalhamos e nos relacionamos, o pensamento computacional torna-se uma competência essencial — não apenas para programadores, mas para todos os cidadãos.

Pensar de forma crítica, decompor problemas complexos, criar soluções criativas e trabalhar de forma colaborativa são competências que elevam a aprendizagem e capacitam alunos construtores do futuro.

No próximo Café Digital EDUCOM, vamos abrir a conversa sobre o desenvolvimento do pensamento computacional nas escolas, desde os primeiros anos de escolaridade, de forma inclusiva, envolvente e acessível a todos os contextos educativos.

Para isso, contamos com três vozes incontornáveis:

  • Joana Miranda — Project Manager da UBBU, que tem ajudado milhares de alunos a aprender programação com um sorriso no rosto e propósito no coração;
  • Representante da Academia de Código Júnior – Município do Fundão, onde a inovação é levada muito a sério… mas com uma alegria contagiante;
  • Professor do Agrupamento de Escolas do Fundão, que partilhará o impacto real desta abordagem no quotidiano da sala de aula — desafios, descobertas e pequenas grandes vitórias.

Será uma conversa leve, mas consistente. Inspiradora, mas prática.
Com espaço para reflexão, mas também para ação — porque transformar a escola é um processo que começa com uma conversa… ☕ e cresce com uma comunidade.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia: https://forms.gle/ntdMeuvb3wtpGVRh9

Venha aprender connosco. Traga o seu café, a sua curiosidade e a sua vontade de fazer escola com mais sentido. Nós tratamos do resto.

Chamada de Artigos para a revista Educação, Formação & Tecnologias (v. 14, n.º 1, 2026)

A revista Educação, Formação & Tecnologias convida a comunidade científica e educativa a submeter artigos para o volume 14, número 1 (2026), dedicado ao tema “Abordagens da Cognição Híbrida na Educação”.

A linguagem e o pensamento constituem expressões fundamentais da atividade da mente ao longo do desenvolvimento humano e dos modos pelos quais as experiências se organizam em representações. Desde as formas mais elementares de perceção até às operações mais complexas de abstração, o pensamento emerge como um processo contínuo de mediação entre o sujeito e os contextos físicos, sociais e culturais. Compreender a atividade da mente implica, portanto, compreender também o papel dos artefactos simbólicos e técnicos que configuram as condições dessa mediação e do próprio desenvolvimento cognitivo.

A linguagem foi o primeiro grande artefacto mediador neste processo de elaboração das representações da mente. Como assinalou Jack Goody (1977), ela representa “a domesticação do pensamento selvagem”, ao estabelecer as condições para o desenvolvimento da racionalidade simbólica e narrativa, por meio da qual a experiência se transforma em representação social e mental. Assim, a linguagem constitui um dispositivo cognitivo essencial na mediação da atividade da mente, em particular no desenvolvimento das narrativas multimodais e digitais.

A narrativa, em todas as suas formas, permanece como instrumento poderoso da educação, ao favorecer a criação de modelos mentais para a compreensão e a interação com os contextos de experiência humana e de construção do conhecimento.

Com a emergência dos sistemas de Inteligência Artificial (IA), a mediação cognitiva adquire uma nova dimensão, marcada pela complexidade dos processos de cognição híbrida. Este conceito designa a interação entre a mente humana, intencional e reflexiva, e os artefactos inteligentes que atuam como extensões e expansões virtuais dos processos de pensamento, memória e compreensão. Parte-se aqui do princípio de que a cognição humana é distribuída por uma rede de artefactos, sistemas técnicos, ambientes e contextos socioculturais.

Neste quadro, torna-se essencial repensar os modelos e cenarizações da Educação, de modo a redesenhar os espaços e momentos de aprendizagem enquanto formas de diálogo sociotécnico entre atores humanos e não humanos. Refletir sobre a cognição híbrida significa, portanto, compreender as novas ecologias da mente e os modos como a IA redefine as práticas pedagógicas, a agência humana e a criação de conhecimento.

Linhas temáticas:

  • Ética, criatividade e agência humana em contextos híbridos;
  • Modelos pedagógicos e práticas educativas mediados por tecnologias digitais e IA;
  • Aprendizagem social e colaborativa em redes de atores humanos e não humanos;
  • Narrativas digitais e cognição híbrida na Educação;
  • Cenarizações para a formação de professores no domínio da cognição híbrida;
  • Avaliação das aprendizagens em ambientes emergentes

Datas importantes:

  • Submissão: até 28 de fevereiro de 2026
  • Avaliação e revisão: até 30 de maio de 2026
  • Publicação: junho/julho de 2026

Submissões:

Os textos a submeter devem seguir a estrutura, normas de formatação e recomendações da revista e podem ser consultadas em https://eft.educom.pt/index.php/eft/about/submissions

Os artigos devem ser submetidos na plataforma eletrónica de suporte à revista, disponível em https://eft.educom.pt/index.php/eft/about/submissions